
A construção de um imenso bosque de aparência espontânea, com um enquadramento que permite a descoberta de blocos semicultos residenciais e materialidades que saberão envelhecer, num diálogo equilibrado entre a natureza construída que as irá envolver. Um jardim que se assumirá como uma referência prolongada do Parque Urbano de Oeiras – Parque dos Poetas e casas com um desenho contemporâneo, mas conservador. Volumes semi-enterrados parcialmente ocultos a norte, que se revelam a sul, rasgados por vãos que se orientam para a vista sobre o rio.
A ideia de disponibilizar uma habitação com condições de vivências únicas – Uma casa de campo dentro da cidade, numa zona urbana intersticial do Concelho de Oeiras.
LOCAL
Localizado numa zona tranquila de Paço de Arcos, e enquadrado entre os acessos à Avenida Marginal e à A5, este condomínio de luxo, constituído por 7 Villas, tira proveito do melhor que o Concelho de Oeiras tem para oferecer, tal como o Oeiras Golf Club, a Marina de Oeiras, o Clube Náutico de Paço de Arcos, os Clubes de ténis Ceto e Jamor e todas as maravilhosas praias da Linha de Cascais.
ENVOLVENTE
O condomínio encontra-se a uma curta distância de diversos serviços e transportes, ficando a apenas 7 min. a pé da estação ferroviária de Paço de Arcos, a 15 min. do Centro Comercial Oeiras Parque, 10 min. do passeio marítimo/praia e a 5 min. do incrível Parque dos Poetas.
TIPOLOGIAS
3 MORADIAS T5
1 APARTAMENTO T3
3 APARTAMENTOS T3 DUPLEX
Todas as frações são dotadas de um generoso espaço exterior, em terraço ou varanda. As frações foram ainda desenvolvidas de modo a privilegiar a funcionalidade racional dos espaços, com o máximo aproveitamento das áreas úteis, evidenciando a integração do interior com o exterior e tornando os terraços, as varandas e os jardins privativos uma extensão da casa.
ESPAÇO EXTERIOR
INSPIRADO NOS JARDINS DA GULBENKIAN
O projeto paisagístico funciona como um todo, numa comunhão entre o construído e o natural. Envolve, apropria e absorve na paisagem os edifícios desenhados, trabalhando com a ideia de transparência, de abertura, recriando a ideia da relação entre a lareira e o bosque e a mata, no sentido de gerar um enquadramento paisagista de contemplação naturalista, espontâneo e que privilegia as zonas de lazer e estar. Foi imaginado um jardim que, apesar de projetado hoje, procura restabelecer o ecossistema que outrora ali existiu, com vegetação autóctones, adaptada à região. Um bosque, sistema resiliente que vive sem manutenção, sem químicos, sem água.




